quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Fechamento - Agosto/2016 (+1,02% ou +R$ 614,75)






Olá amigos.
Conforme eu falei, este é o primeiro fechamento mensal, e será o padrão para os próximos. 


Bom, seguindo um formato mais ou menos padrão de outros blogs de finanças, abaixo vou colocar o que ocorreu no mês por categoria.

Finanças
Mês sem aportes. Tive que ajudar com contas em casa, mas sem muito impacto. Setembro já devo voltar a aportar normalmente. Ainda sim, rendimento acima do esperado. Também caiu a restituição do IR.


Planilha de acompanhamento de rendimento mensais (planilha by http://alemdapoupanca.blogspot.com.br)

Vejam que eu tenho um campo para meta do patrimônio. Fiz o cálculo desta meta considerando o seguinte:

Aporte de R$ 1500,00 + Rendimento de 0,8% ao mês

Eu sei que deveria considerar a correção da inflação, mas pelo menos já serve como um "norte" para meus investimentos.
Agora no final de ano saio de férias e talvez receba mais uma grana. Se der certo, vou investir em ações + FII, de modo a ir aumentando progressivamente minha carteira de ativos de renda variável. É merreca, mas já é um começo.

Em setembro também cai um valor de dividendos de uma das ações que eu tenho, merreca também, porém dará uma sensação boa e servirá como incentivo mental para continuar investindo.

Edução
Comecei uma pós-graduação no primeiro semestre deste ano. É puxado, mas dá pra levar tranquilo. A maior parte dos alunos são mulheres que trabalham em banco, com formação em cursos ruins de uniesquina, então é relativamente fácil se destacar.
Meu grupo principal é bem equilibrado pois tem um outro cara da sala e algumas meninas, e surpreendentemente todos são participativos, ajudam e se interessam pelas atividades, comparecem nas reuniões, etc. Melhor que na faculdade.
Já tiveram algumas desistências, como é normal em qualquer curso, mas eu considero positivo isso, pois significa menos concorrência.

Uma pessoa me lembrou que, depois de acabar a pós-graduação, posso dar aula em uniesquina. Apesar de a profissão de professor ser muito desvalorizada e sofre muita humilhação, não achei tão má ideia assim e vou pensar mais no assunto.

Sigo na leitura de livros sobre finanças, mas é complicado conciliar com as leituras de livros/apostilas da pós. Tentarei no próximo post colocar algumas indicações do que eu já li.

Relacionamentos
Sem novidades. Algumas investidas em mulheres aleatórias, mas sem sucesso.

Vida profissional
Mês muito puxado na empresa, com muita coisa para fazer e viagem a trabalho, chefes pedindo tudo para ontem, mas faz parte. Recebi um projeto para coordenar na empresa, que está parado há alguns anos mas que tem potencial de render uma boa grana para a empresa e visibilidade para quem implantar. É desafiador, diferente de tudo que já fiz na empresa, mas me senti motivado a tocar este projeto.
Também fui informado de que agora faço parte de um programa de próximas lideranças na empresa. O que muda no meu dia-a-dia? Nada, só aumenta minha carga de trabalho, sem aumentar o salário. Mas ainda assim fiquei feliz em saber disso.

Percebi este mês que eu sou o único cara do departamento solteiro e sem filhos, o restante vai desde cara com vários filhos com mulheres diferentes aos casados e divorciados que a mulher levou tudo. É incrível o poder da matrix.

Saúde
Desde o ano passado comecei a correr/fazer caminhadas, pois estava muito sedentário. No final de julho, consegui ficar com peso abaixo de 90 kg, coisa que não acontecia há alguns anos. Em agosto, mantive abaixo dos 90 kg.
Tenho dois objetivos até o final do ano: manter o peso abaixo dos 90 kg e correr 5 Km em menos de 40 minutos. Vamos ver se consigo alcançar.

Conclusão
Mês no geral foi bom apesar do baixo crescimento do patrimônio, com coisas boas acontecendo no trabalho e na vida pessoal.Vamos ver como será até o final do ano.

Abraço

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Minha vida de estudante - Parte final

Esta é a segunda e última parte de minhas histórias como adolescente/jovem estudante.
Para ler a primeira parte, clique no link abaixo:

https://joaodinheiro.blogspot.com.br/2016/08/minha-vida-de-estudante-parte-1.html

Antes de eu comprar o carro, muitos amigos meus diziam que mulher era interesseira, que só saiam com caras que tinham carro, essas coisas. Mas eu não acreditava nisso. Até um dia que pude comprovar esta teoria na prática.
Durante alguns dias, fiquei xavecando uma menina que estudava na mesma faculdade, mas em outro curso. Foram duas semanas de tentativas e nada. Depois de algum tempo, indo para o estacionamento conversando com um amigo, percebo que esta menina estava atrás de nós. Como ela me chutou quando tentei uma aproximação, fingi que ela não estava lá. Ocorre que essa menina viu que eu estava de carro, e se aproximou de mim na maior cara dura. Ela veio com aqueles papos “oi, como você está, blá-blá-blá”. Eu cortei logo o assunto e fui entrando no carro. Ela, como se não quisesse nada, disse para mim que estava indo para o baixo X. Eu saquei que era por causa do carro, então liguei o Foda-Se e disse que eu estava indo para outro lado, e que ela devia se apressar, pois dali a pouco passaria o último ônibus dela. Eu ria sozinho no carro voltando pra casa lembrando como o mundo gira, e uma hora você está por baixo e outra hora você está por cima. No semestre seguinte fiquei sabendo que ela havia trancado a faculdade pois havia engravidado de um zé ruela qualquer. Ou seja, me livrei de uma baita armadilha.

Lembro que, ainda na época do colégio, havia um cara na sala que eu estudava que era metido a bandido, falava cheio de gírias e mexia com todo mundo, graças aos comparsas amigos dele, também metidos a bandidos.
Certa vez, no meio de uma discussão na aula, esse cara falou para mim “você é otário de estudar, eu sou muito mais foda que você, você não vai chegar a lugar nenhum desse jeito”. Fiquei tão puto com aquilo, pois aquele cara não sabia um décimo do esforço que eu tinha para conseguir fazer as minhas coisas, buscar um lugar ao sol. Na mesma hora respondi, desafiando também “cala a boca, você não sabe nada da minha vida. Daqui a cinco anos, vamos ver onde você estará e onde eu estarei”.
Um dia, depois de estar formado e com meu carro próprio, eu estava voltando do trabalho e parei em um supermercado próximo da minha casa. Quando estava no caixa, sabe quem estava trabalhando embalando as compras? Exatamente, o idiota que me desafiou alguns anos atrás.
Na hora o reconheci, pois a cara dele não mudou muito. E ele também me reconheceu. Ficamos uns 3 segundos nos encarando, e depois ele tentou esconder o rosto. Deu vontade de falar “e agora, seu otário? Quem está melhor na vida?”. Mas a cara dele quando eu passei no caixa já deixava clara a vergonha dele.

No ano passado, eu fazia um curso aos sábados, e ia de ônibus e metrô, por ser mais rápido e barato do que ir de carro. Quando eu voltava para casa, o ônibus passava por uma região de comércio popular, e geralmente enchia de gente neste ponto. Numa tarde, estou de boa no fundo do ônibus quando vejo uma menina jovem, com duas crianças pequenas entrando no ônibus, na parte de trás, em um daqueles assentos preferenciais. Eu estava de óculos escuros, e assim pude encará-la sem ela notar. Prestei atenção e notei que era uma menina que estudava na minha sala no colégio. Na época de colégio ela era deliciosa, usava sempre roupas justas, decotes, e tingia o cabelo de loiro, com piercing no umbigo e a barriga lisinha. Como tinha olhos claros, todos os garotos pagavam pau. Só que ela namorava um zé droguinha na época. Tentei ficar com ela na época e quase arrumo confusão.
Vi que ela estava acabada, com a barriga e a bunda toda flácida, com olheiras gigantes e olhar triste, abatido. Deprimente a cena.
Outra menina com quem eu ficava na época do colégio também virou mãe solteira, de um vagabundo qualquer que engravidou-a e deu no pé.

Enfim, estas foram algumas histórias de minha vida como estudante.
E você? Conte nos comentários as histórias sobre a época de colégio.


Abraço

domingo, 14 de agosto de 2016

Minha vida de estudante – Parte 1

Quando eu era adolescente, durante o ensino médio, eu cursava um curso técnico na parte da tarde e ia para a escola na parte da manhã. Eu era um dos melhores alunos do colégio, mas isso não queria dizer muita coisa, uma vez que era um colégio público. No curso técnico também fui muito bem, inclusive na formatura também recebi o prêmio de melhor aluno da turma. Minha mãe sempre foi muito presente na escola, sempre ia a reuniões de pais e cobrava boas notas.

Na época, meus pais enfrentavam sérias dificuldades financeiras, pois meu pai ganhava um salário baixo para o que ele fazia na empresa, e eu não trabalhava ainda, e meus pais tinham que sustentar a mim e a minha irmã. Eu tinha pouco dinheiro para comprar roupas, tênis, celular último tipo, estas coisas que adolescentes gostam. Mas não pude reclamar, pois nunca faltou comida em casa. Mas era foda. Eu ia para o colégio com a mochila cheia de coisas (caderno, livro, apostila, etc), roupas limpas, porém muito surradas, e ainda ia de bota de segurança e com a marmita pendurada. Ou seja, parecia um pedreiro ou alguém que estava sempre de mudança.
Claro que eu era alvo de piadas no colégio, mas procurava não ligar muito.

Era quase assim que eu saia de manhã para a escola....


Durante a adolescência eu via as meninas mais bonitas e gostosinhas do colégio ficando e saindo com os caras mais burros, mais valentões, mais bagunceiros, zé droguinha, pichadores, metidos a bandidos, etc.
O tempo passou, eu prestei vestibular para uma universidade privada perto de casa. Era uma destas Uniesquina, ou seja, pouco renome, poucos laboratórios, professores ruins, etc. Mas era a única que meus pais conseguiam pagar, então tinha de me contentar.

Tipo de cara que as meninas gostavam no colégio.....


Durante a faculdade, achei que seria mais fácil conseguir sair com as meninas e conseguir fodas, já que a “oferta” era maior. Ledo engano. Mesmo sendo uniesquina, tinham caras que os pais tinham muita grana, eram filhos de diretor fodido de empresa, então os caras já tinham muita vantagem mesmo no início da faculdade. Era uma concorrência desleal, e percebi que na faculdade as meninas tinham o mesmo comportamento do colégio, ou seja, ficavam com os caras mais bagunceiros, cachaceiros, etc. Chegavam à faculdade de Audi, Tucson, Pajero, e eu de ônibus.

Comecei a trabalhar no final do primeiro ano da faculdade, mas sabe como é, primeiro emprego, inexperiência e salário baixo. Não conseguia comprar roupas de marca, nem ir às baladas e barzinhos que o pessoal da faculdade ia. Ainda por cima, eu só fui comprar um carro (um populixo 0 km, olha a merda) lá no terceiro ano da faculdade. A prestação do carro era o equivalente a metade do meu salário na época, fora gasolina, seguro, manutenção, impostos, etc. Tinham meses que sobravam R$ 100,00. Então claro que não conseguiria nada com as meninas, afinal não conseguia ostentar nada que chamasse a atenção delas.

Na continuação deste post, vou descrever mais situações que eu passei na época da faculdade.

Abraço

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Início do blog e apresentação

Olá a todos.

Eu comecei a acompanhar os blogs sobre finanças no início de 2015. Na época, eu era mais um brasileiro médio, que utilizava a poupança para acumular (?) dinheiro, achando que era o investimento (????) mais seguro e conservador que existia. 
Entre as pessoas que trabalhavam comigo, algumas se diziam “investidores”, e sempre contavam vantagem sobre “nossa, o CDB do banco xyz está rendendo X% a.m.”. Eu, sem entender nada do que falavam, ignorava estes assuntos. Até que um dia, conversando com um amigo, ele me falou de um livro sobre finanças que era excelente para quem estava começando: Pai Rico, Pai Pobre, do Robert Kiyosaki.

Depois que eu li o livro, comecei a buscar outros, e acabei caindo em blogs de finanças, que aumentaram ainda mais o meu interesse sobre o assunto investimentos.

Comecei investindo no Tesouro Direto e, recentemente, passei a investir em ações na bolsa.
Até o final do ano, pretendo começar a investir em FII.
Por enquanto, meu poder de aporte é de lixosos R$ 1 500,00/mês. Até o ano que vem, quero ultrapassar a barreira dos R$ 2 000,00/mês.

Abaixo, seguem alguns dados do meu perfil para, quem sabe um dia, fazer parte dos rankings da blogosfera de finanças/investimentos.

Idade: 25 anos
Estado civil: Solteiro, sem filhos
Trabalho: Empresa privada
Patrimônio – Dezembro/2015: R$ 45 927,85
Patrimônio – Julho/2016: R$ 60 241,43
Onde moro atualmente: São Paulo/SP

Evolução do meu patrimônio, de 2015 até julho/2016

Histórico do meu patrimônio, utilizando a planilha de acompanhamento de rendimentos do Além da Poupança (http://alemdapoupanca.blogspot.com.br/)


Enfim, resolvi montar este blog para contar um pouco do meu dia-a-dia, na dura batalha pela Independência Financeira (IF) ou Semi-Independência Financeira (semi-IF). Este também é o primeiro blog que faço na vida, então aos poucos vou aprendendo como fazer as coisas.

No final de agosto, começo a postar o fechamento mensal.

É isso.


Abraço